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Maria de Belém Roseira distinguiu as posições dos que são contra e a favor da despenalização do aborto até às dez semanas, realçando que o “sim” não obriga ninguém a interromper a gravidez, enquanto o “não” não impede os abortos clandestinos. “O “sim” é tolerante e o “não” é intolerante”, frisou.”Não se trata de liberalizar, mas sim de despenalizar“. A dirigente socialista, defendeu ainda o prazo das dez semanas, com o facto de se tratar de “uma gravidez inicial e cuja IVG não acarreta tantos riscos para a mulher“. E sublinhou que a parte da pergunta que refere a opção da mulher “está longe de significar que a interrupção é feita por motivos fúteis“. Maria de Belém Roseira considerou ainda que o “aborto, como matéria de consciência“, não se pode regular em códigos morais. “A consciência do outro não será superior à minha e a minha não será superior à do outro.
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