NOVAS ALEGRIAS DOS JOVENS ATUAIS

«ALEGRAI-VOS SEMPRE NO SENHOR!»(FL 4, 4) 

É UM IMPERATIVO CRISTÃO. A ALEGRIA É UM ELEMENTO CENTRAL DA EXPERIÊNCIA CRISTÃ.

A 29 de março de 2012 estreou um filme com um título tão enigmático como sugestivo: Amigos Improváveis. Após um acidente de parapente, Philippe, um rico aristocrata, contrata Driss, um jovem dos subúrbios, praticamente acabado de sair da prisão, para o assistir no dia a dia, e que parece a pessoa menos adequada para a função.
Juntos, vão fazer renascer Vivaldi, recuperar “Earth Wind and Fire”, o verbo e o portão, os fatos clássicos e os fatos de treino. Dois universos irão cruzar-se e integrar-se para dar nascimento a uma amizade tão louca, divertida e forte quanto inesperada, uma relação única que vai produzir faíscas e torná-los verdadeiros amigos improváveis.
Bento XVI afirmou que além das satisfações imediatas e passageiras, o nosso coração procura a alegria profunda, total e duradoura, que possa dar «sabor» à existência. É esta a alegria que se sente na amizade.
Não tenho dados estatísticos, mas penso que a amizade continua a ser a grande alegria dos jovens porque buscamos aquilo que faz bem ao coração: a alegria de viver, a alegria face à beleza da natureza, a alegria de um trabalho bem feito, a alegria do serviço, a alegria do amor sincero e puro.
A amizade e paciência andam de mãos dadas porque a paciência é companheira da sapiência, não escrava da concupiscência; a paciência é amiga da boa consciência, não adversária da inocência (Santo Agostinho).
O verão, as férias, os tempos livres, são tempos excelentes para bons momentos em família, partilha de amizade, descoberta das próprias capacidades, apreço pelo outros e que nos possibilitam expressar sentimentos e sensações úteis para os outros.
Há uma alegria de que não nos podemos esquecer: a alegria do encontro com Deus. Bento XVI afirmou que a alegria profunda é fruto do Espírito Santo que nos torna filhos de Deus, capazes de viver e de apreciar a sua bondade, de nos dirigirmos a Ele com a palavra «Abbà», Pai (cf. Rm 8, 15). A alegria é sinal da sua presença e da sua ação em nós.
Urge testemunhar e ser sinal desta presença!

Texto elaborado para o DNPJ

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